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sábado, 4 de março de 2017

Insta_manhãs #78


As andorinhas não têm restaurante 📓
//  Parque dos Poetas, OEIRAS em DEZ 2016 

Este título de um livro de Alexandre O'Neill é muito curioso e logo chamou a minha atenção. As andorinhas não têm restaurante foi publicado em 1970 e é o título de um livro de crónicas.

A foto foi tirada no Parque dos Poetas, em Oeiras, e a frase que leio deixa logo um certo travo de humor ou de ironia no ar. A frieza da gravação das letras na pedra do chão não permite revelar mais. Já em casa, fui à procura e na página da Bertrand encontrei estas palavras:

"Alexandre O'Neill não se pode considerar verdadeiramente um contista, embora alguns dos textos que publicou como crónicas, pela sua estrutura, pela história, pelos personagens, possam ser consideradas ficções curtas que bem se podem integrar neste género. Aqui (in As Andorinhas não têm restaurante), como no resto da sua prosa, revelam-se características do seu humor irreverente, temperado pela auto-ironia, e uma certa ternura pelos personagens que evoca num estilo feito de frases quase lapidares, que em muitos casos entraram na língua, a lembrar por vezes o slogan publicitário, em que, aliás, era mestre."

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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Insta_manhãs #77


No Reino da Dinamarca
//  PARQUE DOS POETAS, OEIRAS em DEZ 2016 

Estava, por aqueles dias, um tempo soalheiro que vestia as manhãs de cores bonitas e animadoras. Tudo a preceito para uns passeios (quase) sem horas marcadas. Uns dias de férias que ainda tinha por gozar assim o permitiam. No Parque dos Poetas existe uma "folha" para Alexandre O'Neill e é nesse espaço que se podem encontrar, gravados no chão, alguns dos seus títulos publicados. No Reino da Dinamarca, de 1958, é um do seus livros mais conhecidos. Entre as suas páginas cheias de poesia encontrei estes versos:

      //
             HÁ PALAVRAS QUE NOS BEIJAM

             Há palavras que nos beijam
             Como se tivessem boca.
             Palavras de amor, de esperança,           
             De imenso amor, de esperança louca.

             (...)
             Alexandre O'Neill, in 'No Reino da Dinamarca'


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terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Insta_manhãs #76



Dançando ao vento // Dancing in the wind
//  DEZ 2016

O vento não se vê. Mas sabemos que existe através do movimento e porque o sentimos na pele. Gosto de ter tempo e calma para ver as coisas à distância. Olhar de fora, ver tudo em perspectiva, entender com clareza e saber que se toma a decisão certa. São momentos importantes estes em que fazemos escolhas e com isso nos sentimos mais leves. O vento leva para longe o que não interessa. Gosto de o sentir na cara e participar na sua dança. Sentir-me forte e perceber que não caio. O vento vai soprando, mas, agora, é hora de agradecer.

Para ver esta e outras fotos basta seguir no Instagram @susana_dionisio.


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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Insta_manhãs #75


Quando as árvores adormecem // When trees go to sleep
//  DEZ 2016

Gosto de árvores e tenho verdadeiro fascínio pela forma e pela textura dos seus troncos. Sobre isso já escrevi diversas vezes, como por exemplo aqui. Talvez por essa razão me seja fácil imaginar que as árvores tenham sempre muitas histórias para contar, assim a natureza as tivesse dotado de condições para tal. Talvez por essa razão me seja fácil imaginar que as árvores tenham hábitos parecidos com os das pessoas. E assim ficou registado, nesta hora de final de tarde, o momento e o cenário em que esta árvore se preparava para adormecer. Enquanto dormimos – dizem os especialistas –, crescemos e aprendemos, e isso explica também o muito que as árvores crescem e o tanto que devem saber.

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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Insta_manhãs #74


Foi o Coronel Mustard com a pistola... na sala de jogos 🎲
//  DEZ 2016

As férias servem para estas coisas. Por esta, e por tantas outras razões, as férias deixam sempre tão doces lembranças. Jogámos ao Cluedo, os quatro, em família, à descoberta do criminoso e aqui a detetive :) acabou por deduzir a acusação certeira: foi o coronel Mustard com a pistola na sala de jogos! Elementar, meus caros..., mas mais do que tudo, foram momentos divertidos e felizes!

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terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Insta_manhãs #73



Frutos vermelhos // Red fruits
//  DEZ 2016

Uma framboesa, uma amora, um mirtilo ou... a raspberry, a blackberry, a blueberry!...
Segundo os especialistas estes frutos são muito benéfícos para a saúde: têm muitos antioxidantes, poucas calorias e ainda são amigos de uma pele mais bonita :) Eu gosto destes frutos pequeninos, delicados e de cor intensa. E é tudo mais fácil quando aquilo de que gostamos é também bom para a saúde!

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sábado, 14 de janeiro de 2017

Insta_manhãs #72


Tea for me
//  DEZ 2016

Um chá para mim. Um chá quente, sem queimar, para ir bebendo. Um chá escuro, forte, com mais sabor. Um chá como eu gosto. Um chá quente no inverno, reconfortante. Beber chá é um bom hábito, um vício bom. Um chá bebe-se às cinco da tarde, ao lanche,... ou a qualquer hora. Um chá, porque sim. Um chá para mim. Agora.

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sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Insta_manhãs #71


On fire
//  DEZ 2016

Estamos em pleno inverno e como é próprio desta estação do ano, os dias fazem-se de chuva, algum frio, nuvens cinzentas, nevoeiro denso e por vezes de vento desagradável. Apesar disso, o sol também tem o seu espaço e há dias em que é mesmo ele o astro-rei. Nesta tarde de dezembro, e apesar das nuvens, o sol fazia-se anunciar para o dia seguinte com grande intensidade e cor. E que boa notícia este sol de inverno!

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terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Insta_manhãs #70


Flowers in the wall
//  DEZ 2016

Esta imagem poderia ser uma tela, uma gravura algures numa moldura, um detalhe de papel de parede, um pedacinho de tecido, uma página de um livro. Esta imagem não é nenhuma dessas coisas. É um pormenor na minha casa. A convivência na rotina dos dias, que por vezes são tão iguais à véspera como ao dia seguinte, impede-nos de reparar nos detalhes das pequenas coisas. Uma jarra, oferecida por uma amiga, fixa na parede e a sombra que a luz produz no branco ali próximo, ficaram registados num impulso de um dia em que chego a casa... menos apressada e mais atenta :)

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sábado, 7 de janeiro de 2017

Insta_manhãs #69


Por dentro da Romã // Inside pomegranate
//  DEZ 2016

Sendo certo que cada fruta tem as suas características e especificidades, designadamente nos parâmetros da cor, da forma, da textura e do gosto, obviamente, há algumas que foram dotadas de uma especial singularidade. É o caso da romã que me parece até não ter realmente par para si! Ao nível do gosto, devo dizer que não é por aí que a romã me conquista, mas fico visualmente fascinada com o seu interior e é aqui que entra a minha máquina fotográfica. O vermelho translúcido dos bagos de uma romã e a forma como se vão agregando em grupos despoletou, sem demoras, alguns cliques...

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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Insta_manhãs #68



Greenery // Pantone for 2017
//  DEZ 2016

Comprei esta vela na IKEA, ainda decorria novembro. A cor chamou-me à atenção e o cheiro a maçã agrada-me bastante. Não consigo perceber, nem lembrar-me de outras razões para ter escolhido esta vela e não uma qualquer das outras, entre um leque alargado de opções. Quando já em dezembro li pela primeira vez que o Greenery era a cor da Pantone para 2017 lembrei-me imediatamente da vela com aroma a maçãs verdes!... O Greenery foi apresentado como a cor "of new begginings" e ísso deixa-me com um brilhozinho no olhar. A minha vela verde é excelente para começar (muito) bem o ano de dois mil e dezassete!

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quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Insta_manhãs #67


Já em espírito de férias... 💓
//  DEZ 2016

As férias dos miúdos acabaram e as rotinas regressaram. Durante a pausa letiva do Natal houve muito tempo para se dedicarem a jogos – sozinhos, entre irmãos, com amigos e em família. Neste dia foi entre irmãos e nesta altura, em meados de dezembro, já se vivia um bocadinho com o ambiente de festa e o espírito de férias. Há tempo para tudo e este tempo é tão importante. E tão bom.

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segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Insta_manhãs #66



Christmas lights
//  DEZ 2016

Durante algumas semanas, de dezembro a janeiro, passo por estas luzes todos os dias subindo degraus sem fim até ao trabalho que me espera. São apenas decorações de Natal. Mas são luz, pequenas luzes de tom quente, ali, dispostas sobre a pedra fria e despida que marca todos os outros dias do ano. Gostei de as fotografar assim, nesta perspetiva, de cima para baixo – um ângulo mais improvável, assim me pareceu – e as luzes ganham vida e um sentido inesperado de festa. E assim, tudo se leva mais facilmente... ;)

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sábado, 31 de dezembro de 2016

Insta_manhãs #65


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1  Quinta do Mocho VI // Astro
Na terceira imagem do Insta_manhãs anterior já havia mostrado uma foto do trabalho deste autor – Greg Astro – na Quinta do Mocho, em Sacavém. Mas nesta foto o que me chamou à atenção foi a sintonia que o céu mostrava naquele dia com a pintura nas paredes daqueles prédios. Coincidência ou quando a arte e a natureza estão de acordo :)

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Insta_manhãs #64



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1  Quinta do Mocho IV (pormenor)
As quatro fotos deste Insta_manhãs marcam um dia diferente, no final de novembro passado em que visitei a Quinta do Mocho, em Sacavém durante uma manhã com uma luz particularmente bonita. Há um ano atrás, a 6 de dezembro de 2015, a jornalista Cláudia Carvalho Silva escrevia assim nas páginas do jornal Público: "Só o nome do bairro suscitava apreensão em muitos, desconfiança em alguns. Como uma nuvem negra, há um estigma associado ao bairro de Sacavém: crimes, drogas, violência. Os taxistas recusavam-se a entrar no bairro, os moradores escondiam a sua residência quando procuravam emprego. (...) Hoje, a Quinta do Mocho tem uma alma nova (...)"
Eu não estava à espera do que por mim aguardava naquela manhã. A Quinta do Mocho é um bairro nos arredores de Lisboa, no concelho de Loures, mas hoje é muito mais do que isso: é a maior galeria de arte pública da Europa! E vale muito bem o tempo de uma visita.


sábado, 24 de dezembro de 2016

Insta_manhãs #63


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1  A cidade tem praças de palavras abertas
As palavras que dão título a esta foto são um verso do poeta José Carlos Ary dos Santos e estão assim inscritas na parede da biblioteca municipal com o seu nome, recentemente inaugurada, em Sacavém. Gostei muito desta ideia que as palavras transmitem como do espaço que tive oportunidade de conhecer. Os pássaros esvoaçando ali, na mesma parede que as palavras, conferem um dinamismo e um sentido muito urbano e moderno ao verbo comunicar.

sábado, 10 de dezembro de 2016

Insta_manhãs #62


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1  Uma varina no Bairro 🐟
Esta varina faz parte da decoração de uma parede no Bairro do Avillez, em Lisboa. Esta é a vista dessa parede na mesa que escolhemos para almoçar. É uma perspetiva nada previsível para fotografar, mas gostei bastante do resultado. Sobre o almoço já vos conto... numa foto mais à frente ;)

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Insta_manhãs #61


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1  The bird 🐦
O semáforo fechou com o vermelho aberto. Parei o carro mais metro menos metro no sítio onde suspendo a marcha a caminho do trabalho a cada novo dia, todos os dias. Mas desta vez tinha uma outra razão no pensamento. Desbloqueei rapidamente o telemóvel e disparei, certeira. É que aquela fachada abandonada há muito, e que teima em prender a minha atenção dia após dia, tinha naquela manhã um inquilino manifestamente interessado em estabelecer-se por ali. Aquele pássaro negro parecia satisfeito, e até orgulhoso, com a sua aquisição de morada. Pássaros de bom gosto, eu acho... :)

domingo, 4 de dezembro de 2016

Insta_manhãs #60


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1  It looks like a moovie 🎬
Há espetáculos sem hora marcada numa sala perto de mim. Na verdade, nem sempre é numa sala. Por vezes acontecem num quarto ou até mesmo, como neste caso, numa cozinha. Uma coisa é certa, os palcos onde estes espetáculos se apresentam são sempre janelas da minha casa!...

domingo, 27 de novembro de 2016

Insta_manhãs #59

 

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1  Saudades de Praga
Uma foto de uma outra foto e fiquei com saudades. Estive em Praga, na República Checa, há uns anos atrás e gostei muito da cidade. Voltava já hoje, se possível fosse, para passear na Ponte Carlos. Há sítios onde o nosso olhar fica preso, por muito tempo.

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