// OEIRAS em MARÇO 2017
Férias em família são – como quase tudo o que diz respeito ao exercício de ser mãe ou pai – um desafio em si mesmo. Quando a família inclui adolescentes é como se um novo jogo se nos apresentasse e é preciso baralhar e voltar a dar. Cada família tenta encontrar o seu caminho, uma dinâmica que funcione. Tudo se desenrola entre o que os pais entendem ser o melhor para todos e o que os filhos mostram que querem/gostam ou não querem/não gostam/não lhes apetece, etc. Aos pais compete tentar resolver a equação da forma que melhor se adapta à sua família. E não há fórmulas certas nem tão pouco mágicas!
Para mim este é, por excelência, um tempo rico em vivências que possam ser comuns e por isso acredito que vale muito a pena o esforço – de todos – por encontrar uma mediatriz, a linha que nos indica uma zona de convívio para o conforto, o prazer, o descanso e os sonhos ou expectativas que todos os membros da família legitimamente transportam para férias. O convívio é a palavra-chave. Porque acredito profundamente no valor da partilha em família das emoções, dos sentires, das conversas, dos risos, que só a proximidade torna possível e muito especialmente quando estamos todos num outro cenário ou simplesmente numa paisagem livre das rotinas dos dias comuns.
Os filhos crescem e ganham asas, mas as suas asas serão seguramente mais fortes quando enriquecidas pela seiva poderosa das vivências e das memórias que, também em férias, construímos juntos.
-------------------------
A propósito deste tema a Alexandra publicou recentemente no seu blogue um post muito interessante, e útil, que vale bem o vosso clique aqui.
-------------------------
Para mim este é, por excelência, um tempo rico em vivências que possam ser comuns e por isso acredito que vale muito a pena o esforço – de todos – por encontrar uma mediatriz, a linha que nos indica uma zona de convívio para o conforto, o prazer, o descanso e os sonhos ou expectativas que todos os membros da família legitimamente transportam para férias. O convívio é a palavra-chave. Porque acredito profundamente no valor da partilha em família das emoções, dos sentires, das conversas, dos risos, que só a proximidade torna possível e muito especialmente quando estamos todos num outro cenário ou simplesmente numa paisagem livre das rotinas dos dias comuns.
Os filhos crescem e ganham asas, mas as suas asas serão seguramente mais fortes quando enriquecidas pela seiva poderosa das vivências e das memórias que, também em férias, construímos juntos.
-------------------------
A propósito deste tema a Alexandra publicou recentemente no seu blogue um post muito interessante, e útil, que vale bem o vosso clique aqui.
-------------------------
Para verem esta e outras fotos no Instagram, basta seguir o link abaixo
Sem comentários :
Enviar um comentário